O Santander (BCSA34) reafirmou sua recomendação neutra para as ações da Pague Menos (PGMN3), estabelecendo um preço-alvo de R$ 3,50.
De acordo com o banco, os resultados financeiros do primeiro trimestre da Pague Menos estiveram em conformidade com suas próprias estimativas e com as projeções consensuais do mercado financeiro.
No trimestre, as vendas mesmas lojas (SSS) registraram um crescimento de 15,10% em comparação ao ano anterior, impulsionado por: i) aprimoramentos operacionais e ii) a conversão de lojas para a bandeira Pague Menos.
Apesar da persistência de uma perda líquida conforme o esperado, os analistas destacaram dois pontos positivos: as melhorias no Ciclo de Conversão de Caixa (CCC), impulsionadas pela diminuição dos estoques excessivos que a empresa apresentou em 2023, e o contínuo processo de desalavancagem financeira.
Pague Menos (PGMN3) reduz prejuízo 41% menor no 1º trimestre
A Pague Menos (PGMN3) divulgou seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2024, revelando um prejuízo líquido de R$ 36,9 milhões, uma redução de 41,2% na comparação anual.
Embora tenha havido uma notável expansão no resultado operacional, o impacto negativo do resultado financeiro afetou o resultado líquido da empresa.
A rede de farmácias aponta o elevado nível de endividamento e as altas taxas de juros como principais responsáveis pela pressão no resultado financeiro.
Além disso, fatores como a sazonalidade do primeiro trimestre, uma menor margem bruta devido ao mix de vendas e calendário promocional, e menor alavancagem operacional contribuíram para o resultado negativo.
No entanto, a rede demonstra otimismo em relação aos resultados dos próximos trimestres.