Matheus Caleffi, do Origem Invest, foi selecionado para as categorias Melhor Assessor Under 30, Melhor Especialista em Alternativos, Melhor Especialista em BDRs e ETFs e Melhores Assessores do Sul do Prêmio ABAI 2025.
Matheus Caleffi, do Origem Invest, foi selecionado para as categorias Melhor Assessor Under 30, Melhor Especialista em Alternativos, Melhor Especialista em BDRs e ETFs e Melhores Assessores do Sul do Prêmio ABAI 2025.

Selecionado para a categoria Melhor Assessor Under 30, Melhor Especialista em Alternativos, Melhor Especialista em BDRs e ETFs e Melhores Assessores do Sul do Prêmio ABAI 2025, Matheus Caleffi, do Origem Invest, integra o grupo de profissionais que se destacaram pela atuação no mercado financeiro.

Aos 23 anos, Calleffi entrega uma gestão patrimonial integral, baseada em confiança, visão global e resultados.

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Confira a entrevista na íntegra:

O que diferencia o perfil do investidor na sua região?

No Rio Grande do Sul, o investidor costuma ser mais conservador e criterioso nas decisões financeiras. É um público que valoriza a confiança e o relacionamento próximo, e tende a buscar segurança e consistência antes de assumir riscos maiores.

Quais são os maiores desafios e oportunidades de atuar no seu mercado local?

O maior desafio é justamente romper essa barreira cultural mais conservadora e mostrar que diversificação não é sinônimo de risco, mas de proteção. A grande oportunidade está em educar e acompanhar esse investidor em um processo de amadurecimento financeiro, especialmente em relação ao acesso a investimentos internacionais.

De que forma você contribui para fortalecer a cultura de investimentos na sua região?

Procuro atuar de forma educativa, simplificando temas complexos e mostrando na prática os benefícios de uma gestão patrimonial estruturada. Meu foco é ajudar o investidor a pensar de forma global, sem perder a essência do planejamento de longo prazo.

Como o reconhecimento regional pode ajudar a ampliar a visibilidade dos assessores fora dos grandes centros?

Sabemos que o mercado é muito focado no sudeste e em grandes centros como SP e RJ, mas o Sul tem um mercado financeiro muito bem desenvolvido, foi aqui que nasceu a assessoria de investimentos.

O que mais te motiva nesse início de carreira como assessor(a)?

O que mais me motiva é ver o impacto real que uma boa assessoria causa na vida das pessoas. Ajudar alguém a conquistar segurança, realizar sonhos e construir um legado é o que dá sentido ao meu trabalho.

Quais foram os principais desafios enfrentados por um profissional jovem nesse
mercado?

A credibilidade no início da carreira é um desafio natural. É preciso provar
competência e maturidade em um ambiente competitivo. Eu superei isso com resultados
consistentes, transparência e um relacionamento próximo com meus clientes.

Que práticas ou mentores foram fundamentais para o seu desenvolvimento até aqui?


Para o meu desenvolvimento até aqui, dois fatores foram fundamentais: muito estudo —
cobrindo as diversas áreas do mercado financeiro e trabalho do assessor — e a orientação de grandes mentores do Grupo Origem, que me acompanham desde o início da minha jornada.

Como você enxerga o futuro da assessoria para sua geração?

Vejo uma assessoria cada vez mais técnica e com um olhar global. Isso fará com que se crie um ambiente bem mais competitivo e consequentemente com melhores soluções para o cliente.

O que tem impulsionado o interesse dos investidores brasileiros por ativos globais?

O risco Brasil e a desvalorização do real ao longo dos anos faz com que o investidor busque por proteção, e assim consequentemente invista em mercados desenvolvidos e com moedas fortes.

Quais são os principais equívocos que ainda existem sobre investir fora do Brasil?

Os principais equívocos vem do investimento internacional por ferramentas inadequadas e sem uma assessoria realmente especializada no assunto. Por ser um mercado quase 160x maior que o mercado Brasileiro, precisa também de uma assessoria verdadeiramente ativa para buscar estratégias assertivas e alinhadas aos objetivos do cliente.

Como você equilibra a diversificação internacional com o perfil de risco dos clientes?

Acredito que todos os investidores devem ter algum grau de diversificação internacional, principalmente pelo fato de vivermos em um país emergente e com um grau de risco muito elevado. O que vai definir o montante a ser destinado a diversificação global será um entendimento do perfil e objetivos do cliente.

Que tendências globais devem ganhar força nos próximos anos?

Acredito que o mercado irá cada vez mais começar a olhar para alguns setores que estão ganhando bastante relevância, como: Inteligência Artificial, Computação Quântica, Investimento em Data Centers e em Terras Raras, além do próprio mercado de Criptoativos.