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O Brasil tem apenas uma marca entre as 500 mais valiosas do mundo. O Itaú Unibanco representa o país no ranking global de 2026 da Brand Finance. Portanto, o maior banco privado brasileiro ocupa sozinho essa posição de destaque.

Desempenho do Itaú

O banco subiu 20 posições em relação ao ano anterior. Atualmente, está na 254ª colocação do ranking mundial. Além disso, o valor da marca cresceu 15%, chegando a US$ 9,9 bilhões.

O Banco do Brasil estava na lista em 2025. Naquela ocasião, ocupava a 467ª posição. No entanto, saiu do ranking este ano.

Classificação inédita

O Itaú conquistou uma classificação AAA- pela primeira vez. Essa nota indica força de marca excepcional. Consequentemente, demonstra posicionamento consolidado no mercado.

O Índice de Força de Marca do banco atingiu 80,3 pontos. Essa pontuação reflete reconhecimento e fidelidade do público. Assim, o Itaú se destaca entre instituições financeiras globais.

Fatores do crescimento

Eduardo Chaves dirige a Brand Finance no Brasil. Ele explicou os motivos do avanço. “O crescimento reflete o forte desempenho das receitas”, afirmou.

A expansão do crédito impulsionou os resultados. Igualmente importante foi a adoção do banco digital. Ademais, campanhas publicitárias eficazes contribuíram para o crescimento.

A campanha “Feito do Futuro” teve grande impacto. Ela contou com figuras de grande projeção. Dessa forma, ampliou o reconhecimento da marca.

Líderes globais

A Apple mantém a liderança mundial. A marca da gigante de tecnologia vale US$ 607,6 bilhões. Portanto, cresce 6% em relação ao ano anterior.

A Microsoft aparece em segundo lugar. Sua marca subiu 23%, alcançando US$ 565,2 bilhões. Em seguida, o Google ocupa a terceira posição com US$ 433,1 bilhões.

A Amazon completa o top 4. A varejista americana tem marca avaliada em US$ 369,9 bilhões. Assim, as quatro primeiras são empresas americanas de tecnologia.

Destaque da Nvidia

A Nvidia foi o grande destaque do ranking. A fabricante de chips disparou 110% em valor de marca. Consequentemente, chegou a US$ 184,3 bilhões.

Essa escalada impressionante fez a empresa superar gigantes. A Nvidia passou marcas como TikTok, Walmart e Facebook. Portanto, demonstra a força do setor de inteligência artificial.

O YouTube conquistou o título de marca mais forte. A plataforma de vídeos subiu oito posições. Além disso, alcançou nota de 95,30 pontos no Índice de Força de Marca.

A escala vai até 100 pontos. Portanto, o YouTube está próximo da pontuação máxima. Isso reflete seu enorme engajamento global.

Crescimento mais acelerado

A Revolut registrou o maior crescimento percentual. A fintech britânica disparou 239% em valor de marca. Consequentemente, chegou a US$ 6,6 bilhões.

Esse salto mostra a força das fintechs. Igualmente, demonstra a transformação do setor financeiro global. Assim, novas empresas desafiam bancos tradicionais.

A Brand Finance avalia dois aspectos principais. O primeiro é o valor de marca. Isso mede o benefício financeiro da licença da marca.

O segundo aspecto é a força da marca. Essa métrica considera reputação, reconhecimento e fidelidade. Ademais, compara o desempenho com concorrentes.

Anualmente, a consultoria avalia 6 mil marcas globais. Depois, seleciona as 500 mais valiosas para o relatório Global 500.

Top 10 mundial

As dez marcas mais valiosas concentram-se em poucos países. Os Estados Unidos dominam com sete empresas. Portanto, a concentração americana é evidente.

A China aparece duas vezes na lista, TikTok ocupa a sexta posição. Enquanto isso, a State Grid fica em décimo lugar.

A Coreia do Sul tem apenas uma representante. O Samsung Group está na oitava colocação. Assim, a diversificação geográfica ainda é limitada.

O Brasil tem representação modesta no ranking global. Apenas o Itaú figura entre as 500 maiores. Portanto, há espaço para crescimento de outras marcas nacionais.

A saída do Banco do Brasil preocupa. Isso reduz ainda mais a presença brasileira. Consequentemente, destaca a necessidade de fortalecer marcas nacionais.

Contexto latino-americano

Outros países da América Latina também têm representação limitada. A região enfrenta desafios para competir globalmente. Dessa forma, empresas brasileiras não estão sozinhas nessa dificuldade.

O Itaú demonstra capacidade de crescimento. A trajetória ascendente nos últimos anos comprova isso. Portanto, pode conquistar posições ainda melhores nos próximos rankings.

Novas empresas brasileiras podem entrar na lista. Startups e fintechs têm potencial de crescimento. Assim, a representação nacional pode aumentar nos próximos anos.