Petrobras
Foto: Divulgação Petrobras

A Petrobras informou nesta quarta-feira (21) que vem registrando avanço consistente no fator de utilização de suas refinarias (FUT), reflexo direto de ganhos operacionais, modernização de ativos e maior eficiência industrial ao longo dos últimos anos.

Entre 2023 e 2025, a estatal estima que o FUT médio tenha alcançado 92%, mesmo sem a divulgação oficial dos dados consolidados de 2025. A companhia afirma que o desempenho já indica um “avanço expressivo” no uso do parque de refino, embora ainda não haja data marcada para a publicação do relatório anual de produção.

Uso das refinarias atinge patamares históricos

Os números mais recentes mostram uma trajetória clara de recuperação. Em 2024, o fator de utilização das refinarias chegou a 93%, acima dos 92% registrados em 2023, primeiro ano do atual governo. O contraste é ainda maior quando comparado a períodos anteriores: em 2022, o índice era de 88%, enquanto em 2021 estava em 83%.

Segundo a Petrobras, essa evolução está diretamente ligada à otimização de ativos, à redução de gargalos operacionais e aos investimentos realizados na modernização das unidades.

Produção de derivados cresce com foco em diesel e gasolina

O aumento do uso das refinarias se refletiu também na produção. Entre 2023 e 2025, a companhia registrou alta de 3% na produção média de derivados. No recorte por produto, a produção média de diesel avançou 3,1%, enquanto a de gasolina cresceu 9,3% no período.

Com isso, a Petrobras alcançou médias históricas de 419 mil barris por dia de gasolina e 452 mil barris por dia de diesel S-10, além de recordes operacionais em diversas refinarias do sistema.

Capacidade deve avançar a partir de 2026

O plano de expansão segue no radar. Para 2026, a estatal prevê novas ampliações nas refinarias Replan e Revap, que devem adicionar 44 mil barris por dia à capacidade instalada. Além disso, o avanço do projeto Trem 2 da Rnest pode elevar o processamento em até 130 mil barris por dia, reforçando a estratégia de ampliar o refino no país.

O conjunto de dados reforça a leitura de que a Petrobras busca extrair mais valor do parque existente, combinando eficiência operacional com expansão seletiva da capacidade, em um momento de maior atenção ao mercado doméstico de combustíveis.

A Petrobras informou nesta quarta-feira (21) que vem registrando avanço consistente no fator de utilização de suas refinarias (FUT), reflexo direto de ganhos operacionais, modernização de ativos e maior eficiência industrial ao longo dos últimos anos.

Entre 2023 e 2025, a estatal estima que o FUT médio tenha alcançado 92%, mesmo sem a divulgação oficial dos dados consolidados de 2025. A companhia afirma que o desempenho já indica um “avanço expressivo” no uso do parque de refino, embora ainda não haja data marcada para a publicação do relatório anual de produção.

Uso das refinarias atinge patamares históricos

Os números mais recentes mostram uma trajetória clara de recuperação. Em 2024, o fator de utilização das refinarias chegou a 93%, acima dos 92% registrados em 2023, primeiro ano do atual governo. O contraste é ainda maior quando comparado a períodos anteriores: em 2022, o índice era de 88%, enquanto em 2021 estava em 83%.

Segundo a Petrobras, essa evolução está diretamente ligada à otimização de ativos, à redução de gargalos operacionais e aos investimentos realizados na modernização das unidades.

Produção de derivados cresce com foco em diesel e gasolina

O aumento do uso das refinarias se refletiu também na produção. Entre 2023 e 2025, a companhia registrou alta de 3% na produção média de derivados. No recorte por produto, a produção média de diesel avançou 3,1%, enquanto a de gasolina cresceu 9,3% no período.

Com isso, a Petrobras alcançou médias históricas de 419 mil barris por dia de gasolina e 452 mil barris por dia de diesel S-10, além de recordes operacionais em diversas refinarias do sistema.

Capacidade deve avançar a partir de 2026

O plano de expansão segue no radar. Para 2026, a estatal prevê novas ampliações nas refinarias Replan e Revap, que devem adicionar 44 mil barris por dia à capacidade instalada. Além disso, o avanço do projeto Trem 2 da Rnest pode elevar o processamento em até 130 mil barris por dia.

O conjunto de dados reforça a leitura de que a Petrobras busca extrair mais valor do parque existente. combinando eficiência operacional com expansão seletiva da capacidade, em um momento de maior atenção ao mercado doméstico de combustíveis.