
West Ham e Flamengo fecharam um acordo verbal pela transferência de Lucas Paquetá. O valor acertado é de 36 milhões de libras, aproximadamente R$ 260 milhões. Além disso, a negociação não inclui empréstimo ao futebol inglês.
Segundo o jornal Daily Mail, a formalização do contrato acontecerá nas próximas 24 horas. Agora, os clubes apenas acertam os detalhes finais do pagamento.
Mudança de cenário favoreceu a saída
Inicialmente, o West Ham exigia manter Paquetá por empréstimo até o fim da Premier League. O clube considerava o brasileiro essencial na luta contra o rebaixamento. Porém, a equipe conquistou duas vitórias consecutivas sem o meia.
As vitórias aconteceram contra Tottenham e Sunderland. Consequentemente, o time respirou na competição. Atualmente, o West Ham ocupa a 18ª posição com 20 pontos. O Nottingham Forest, primeira equipe fora da zona de rebaixamento, soma 25 pontos.
Paquetá, de 28 anos, não joga pelo West Ham desde janeiro. Sua última partida foi na derrota por 2 a 1 para o Nottingham Forest. Depois disso, o meia se recusou a entrar em campo na FA Cup contra o QPR.
Além disso, o jogador vinha se recuperando de uma lesão nas costas. Durante esse período, ele manifestou claramente o desejo de retornar ao Brasil.
Negociação avançou após proposta inicial
O Flamengo apresentou uma primeira oferta de 30,3 milhões de libras. O clube inglês, no entanto, recusou o valor. Ainda assim, as negociações progrediram positivamente.
Os termos pessoais entre Paquetá e o Flamengo já estão acertados. Portanto, apenas os detalhes burocráticos precisam ser finalizados.
O West Ham contratou Paquetá em 2022, vindo do Lyon. Desde então, o meia disputou 124 partidas pelo clube londrino. Sua passagem foi marcada por bons momentos e também por polêmicas.
A diretoria inglesa demonstrou frustração com a saída do jogador. Principalmente porque o clube apoiou Paquetá durante uma investigação por suposta manipulação de resultados. Uma comissão independente inocentou o brasileiro em julho de 2025, após quase dois anos de apuração.
Esse apoio institucional criou expectativa de permanência. Contudo, o desejo do atleta de retornar ao Brasil prevaleceu nas negociações.