Veja o resumo da noticia

  • Gleisi Hoffmann defende candidatura de Haddad em 2026 e incentiva auxiliares de Lula a disputarem as próximas eleições.
  • Estratégia do PT visa fortalecer a disputa contra a direita, posicionando quadros do governo nos estados.
  • Haddad resiste à candidatura, preferindo coordenar a campanha de Lula, mas enfrenta pressão interna do partido.
  • Gleisi comenta sobre o PSD, destacando sua atuação por interesses regionais, apesar do apoio a Lula em 2022.
  • Eleições de 2026: PT busca expandir sua presença regional e conter o avanço da direita nos estados.
Gil Ferreira/SRI
Gil Ferreira/SRI

Gleisi Hoffmann voltou a defender nesta quarta-feira (28) a candidatura de Fernando Haddad em 2026. Segundo a ministra, todos os auxiliares de Lula devem disputar as eleições.

“Todos têm que entrar em campo e vestir a camisa”, afirmou Gleisi. Portanto, ela acredita que a disputa contra a extrema direita exige os melhores quadros do partido.

A ministra enfatizou a responsabilidade do campo progressista. Além disso, destacou que o projeto democrático está em risco.

Estratégia eleitoral do PT

Gleisi defende que os principais nomes do governo concorram nos estados. Consequentemente, isso fortaleceria a disputa contra candidatos de direita.

“Precisamos instalar nossos melhores quadros nos estados”, declarou ela. Assim, o partido teria mais chances de vitória regional.

O ministro da Fazenda aparece cotado para duas disputas. Ele pode concorrer ao Senado ou ao governo de São Paulo.

Haddad resiste à candidatura

Nos bastidores, Haddad tem recusado a ideia de disputar eleições. Em vez disso, ele prefere comandar a campanha de reeleição de Lula. Entretanto, o presidente se opõe a esse plano. Lula quer que seu ministro dispute algum cargo eletivo.

A pressão sobre Haddad aumenta dentro do partido. Ainda assim, ele mantém a posição de atuar nos bastidores.

Questionada sobre Ronaldo Caiado no PSD, Gleisi evitou opinar diretamente. O partido tem três ministérios no governo e três pré-candidatos à presidência.

“O PSD não é um partido de unidade nacional”, explicou a ministra. Portanto, a legenda se movimenta por interesses regionais.

Gleisi ressaltou que Lula conta com apoio de alas regionais do partido. Ademais, lembrou que o PSD apoiou o presidente em 2022.

Cenário eleitoral de 2026

As eleições de 2026 prometem grande disputa em diversos estados. Aliados de Lula buscam expandir presença regional.

O PT trabalha para posicionar seus quadros estrategicamente. Dessa forma, espera conter avanços da direita nos estados.

A decisão de Haddad será crucial para os planos partidários. Consequentemente, ela pode influenciar outras candidaturas governistas.