Veja o resumo da noticia

  • Santander Brasil apresenta lucro líquido gerencial de R$ 4,086 bilhões no 4T25, representando um avanço de 6% em relação ao ano anterior.
  • A receita total do banco no trimestre foi de R$ 21,086 bilhões, demonstrando recuperação em relação ao terceiro trimestre de 2025.
  • As despesas gerais do Santander totalizaram R$ 6,633 bilhões, refletindo uma redução de 2% em comparação com o 4T24.
  • A carteira de crédito do banco encerrou o período em R$ 708 bilhões, com crescimento de 3,7% no ano e 2,8% no trimestre.
  • Houve aumento da inadimplência, com atrasos entre 15 e 90 dias atingindo 4% e acima de 90 dias chegando a 3,7%.
Banco Santander
Foto: Banco Santander/Divulgação

O Santander Brasil (SANB11) encerrou o quarto trimestre de 2025 com resultado robusto e registrou o maior lucro trimestral dos últimos quatro anos. O banco apurou lucro líquido gerencial de R$ 4,086 bilhões no 4T25, avanço de 6% em relação ao mesmo período de 2024.

Além disso, o lucro contábil somou R$ 4,023 bilhões, o que representa crescimento de 2% frente ao terceiro trimestre e alta de 7,4% na comparação anual. Com isso, o desempenho confirma a melhora gradual dos resultados ao longo do ano.

A receita total do Santander alcançou R$ 21,086 bilhões no trimestre. Apesar da queda de 1,9% em base anual, o número mostrou recuperação na comparação trimestral, com aumento de 1,6%. Ao mesmo tempo, as despesas gerais ficaram em R$ 6,633 bilhões, recuo de 2% em relação ao quarto trimestre de 2024, reforçando o controle de custos.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (ROAE) ficou em 17,6%, com retração de 0,1 ponto percentual na comparação anual. Já a margem financeira bruta atingiu R$ 15,332 bilhões no período. No crédito, o banco manteve crescimento.

Crédito cresce, mas inadimplência pressiona

A carteira encerrou dezembro de 2025 em R$ 708 bilhões, alta de 3,7% no ano e de 2,8% no trimestre. Em contrapartida, a inadimplência entre 15 e 90 dias subiu para 4%, aumento de 0,1 ponto percentual no trimestre. Já os atrasos acima de 90 dias avançaram para 3,7%, com elevação de 0,3 ponto no trimestre e de 0,5 ponto no ano.

Por fim, o resultado de provisões para devedores duvidosos (PDD) somou R$ 6,105 bilhões, crescimento de 2,9% em base anual.