Veja o resumo da noticia
- Ethereum registra queda acentuada, atingindo US$ 1.935, refletindo cautela no mercado de criptomoedas e ampliando perdas semanais.
- Recuperação parcial eleva a cotação para US$ 2.006, mas o ETH flerta com níveis anteriores à alta do ano passado.
- Diminuição da capitalização do Ethereum acompanha o aumento do volume de negociação, indicando pressão vendedora e ajustes.
- Bitcoin também opera em baixa, intensificando a aversão ao risco no mercado e impactando negativamente o cenário geral.
- Quedas são impulsionadas por alavancagem alta, reprecificação de risco e fluxo técnico, gerando liquidações em cascata.

O Ethereum (ETH) opera em baixa nesta quinta-feira (5), atingindo um queda de 10% equivalente a US$ 1.935 registrada ás 12h30, segundo dados de mercado. O movimento marca um dos piores dias recentes do ativo e reforça o clima de cautela no mercado de criptomoedas.
Após a mínima a moeda está subindo aos poucos registrando ás 13h55 queda de 5,79% aproximadamente 2.006.
Além disso, a queda ampliou o tombo acumulado da semana, que já passa de 20%. Na prática, o ETH voltou a flertar com níveis vistos antes da última perna de alta do ano passado.
Para referência, dados históricos mostram que o ETH fechou 4 de fevereiro de 2026 perto de US$ 2.154; ou seja, uma descida para abaixo de US$ 2.000 representa perda expressiva em pouco tempo.
Capitalização encolhe e o volume sobe
Com a pressão vendedora, a capitalização de mercado do Ethereum diminuiu e o volume negociado ganhou tração, sinal típico de sessão dominada por realização e ajustes de posição.
Em geral, quando o volume cresce junto com a queda, o mercado indica pressa para reduzir risco. Por isso, traders costumam olhar também para a intensidade de liquidações em derivativos e para o fluxo de moedas indo para corretoras.
Bitcoin também cai e reforça o “modo defensivo”
O movimento não ficou restrito ao ETH. O Bitcoin (BTC) também operou em baixa, acompanhando o tom de aversão ao risco no setor.
Na fotografia do início de fevereiro, o BTC vinha de níveis próximos a US$ 77 mil em fechamentos recentes do mês. Assim, uma correção diária forte no BTC costuma puxar o restante do mercado com ele.
Por que o tombo assusta
Quedas rápidas como a desta quinta-feira costumam ocorrer quando três forças se juntam:
- Alavancagem alta em derivativos, que dispara liquidações em cascata
- Reprecificação de risco com giro do mercado para posições mais conservadoras
- Fluxo técnico, quando suportes importantes são rompidos e aceleram ordens de venda
Nesse contexto, relatos de mercado também apontam aumento de volatilidade e episódios de liquidação em momentos de estresse.