Aluguel de silos

Fundo da Kepler tem primeira oferta e quer levantar R$ 500 mi

O retorno previsto é de IPCA + 7%, com um prazo de investimento de três anos

Kepler
Foto: Kepler Weber/Divulgação

O fundo imobiliário da Kepler Weber (KEPL3) para iniciar projeto de aluguel de silos já registrou sua primeira oferta na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e busca captar ao todo R$ 500 milhões. A oferta inicial tem o objetivo de captar R$ 250 milhões, com 25 milhões de cotas no valor unitário de R$ 10. As informações são do “Globo Rural”.

O retorno previsto é de IPCA + 7%, com um prazo de investimento de três anos. A emissão é liderada pelo BTG Pactual e está sob gestão da Jubarte Asset Management. A primeira oferta vai ser finalizada em junho. Depois, mais duas ofertas devem ocorrer para atingir o total de R$ 500 milhões.

O fundo vai ser destinado a projetos sob demanda utilizando preferencialmente equipamentos da Kepler Weber, mas não exclusivamente da empresa. Devem ser construídos sistemas de armazenagem com custo entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões e com capacidade para até 1 milhão de sacas.

O objetivo é vender o projeto antes e construir a estrutura com um contrato de aluguel por dez ou 20 anos, disse o CEO da companhia, Bernardo Nogueira, segundo o “Globo Rural”. A Kepler Weber vai fornecer equipamentos e serviços, além de receber entre 8% e 10% de remuneração ao ano sobre o total investido.

Conab fecha acordo com BNDES para se desfazer de 9 armazéns

Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) assinou, em 12 de fevereiro, um contrato com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para vender ou alienar nove estruturas de armazenagem que estão ociosas. Mesmo sem uso, os imóveis têm custo de manutenção de R$ 8 milhões por ano.

As informações são do “Globo Rural”.

A estatal espera arrecadar R$ 175 milhões com os acordos, que envolvem armazéns graneleiros, armazéns convencionais, silos desativados e um andar em um prédio comercial de Brasília (DF). Os recursos vão ser destinados à reforma e ampliação de oito unidades de armazenagem.

Essas unidades são consideradas estratégicas pela companhia e estão localizadas em Goiás, com três delas; Mato Grosso (duas); Mato Grosso do Sul; Minas Gerais; e Distrito Federal. A empresa estima que as reformas vão aumentar sua capacidade estática em 33%, de 900 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas.

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