Divórcio de Ivete envolve mansões e empresas

O anúncio da separação de Ivete Sangalo e Daniel Cady, feito na última quinta-feira (27), não apenas surpreendeu fãs e amigos, mas também colocou em evidência a complexa partilha de bens que o ex-casal terá pela frente. 

Juntos há 17 anos e oficialmente casados desde 2011, a cantora e o nutricionista optaram pelo regime de comunhão parcial de bens, o que significa que todo o patrimônio construído durante a união deverá ser dividido igualmente.

Segundo levantamento da Riconnect, Ivete possui um patrimônio avaliado em impressionantes 370 milhões de reais, embora outras fontes especializadas já tenham estimado que sua fortuna possa ultrapassar os 650 milhões de reais. 

A artista é uma das mais bem pagas do Brasil, cobrando entre 300 mil e 500 mil reais por apresentação. O portfólio imobiliário do casal é robusto e diversificado.

Entre os principais bens estão uma mansão luxuosa em Orlando, nos Estados Unidos, uma propriedade na exclusiva Praia do Forte, litoral baiano, e uma cobertura de alto padrão em Salvador, onde o casal residia com os três filhos: Marcelo, de 16 anos, e as gêmeas Marina e Helena, de 7.

Empresas conjuntas e regime de bens: o que entra na divisão

O casal é dono da Vero Brodo, marca de caldos naturais que ganhou espaço no mercado nacional, e são fundadores da escola Ybá, instituição de ensino particular considerada referência em Salvador.

No regime de comunhão parcial de bens, apenas os ativos adquiridos onerosamente durante o matrimônio são divididos. Propriedades que cada cônjuge já possuía antes da união, ficam protegidas e não entram na partilha. 

Ambos pediram privacidade para atravessar o momento delicado e garantiram que seguirão unidos no que realmente importa: o bem-estar dos filhos. “Todo o processo está sendo vivido com diálogo, cuidado e profundo respeito. Seguiremos sempre sendo uma família”, concluíram.

Com a separação oficializada, o processo de inventário e partilha dos bens deverá ser conduzido de forma reservada, conforme o desejo manifestado por ambos. Especialistas estimam que, dependendo da complexidade dos ativos envolvidos, o procedimento pode levar meses ou até anos para ser concluído definitivamente.