
O Ibovespa encerrou esta quarta-feira (14) em alta de 1,96%. Assim, o principal índice da bolsa brasileira atingiu 125.145,98 pontos.
Consequentemente, este é o maior patamar de fechamento de todos os tempos. Portanto, o mercado brasileiro demonstra força apesar das turbulências externas.
Wall Street encerra em queda
Em contraste com o Brasil, os mercados americanos tiveram mais um dia negativo. Assim, investidores seguem em retirada das ações.
A temporada de balanços começou pressionando os índices. Portanto, os primeiros resultados dos grandes bancos decepcionaram o mercado.
Confira o fechamento em Nova York:
- Dow Jones: -0,09%, aos 49.149,63 pontos
- S&P 500: -0,53%, aos 6.926,60 pontos
- Nasdaq: -1,00%, aos 23.471,75 pontos
Inflação preocupa analistas
Os dados divulgados hoje amplificam as preocupações inflacionárias. Assim, o varejo permanece aquecido nos Estados Unidos.
Além disso, o índice de preços ao produtor (PPI) veio acima das projeções. Consequentemente, isso indica pressão inflacionária crescente.
Tom Graff, diretor de investimentos da Facet, analisou os números. “Se traduzirmos esse PPI para o núcleo do PCE, virá acima do esperado”, afirmou à CNBC.
“Se isso se confirmar, será um problema sério para o Fed”, acrescentou. Portanto, a situação complica ainda mais o cenário monetário americano.
Dólar avança pelo terceiro dia
O dólar comercial emenda a terceira alta consecutiva diante do real. Assim, fechou com valorização de 0,49% nesta quarta-feira.
Esse movimento acompanha a força global da moeda americana. Consequentemente, o índice DXY subiu 0,01%, atingindo 109,14 pontos.
Cotações do dólar comercial:
- Venda: R$ 5,842
- Compra: R$ 5,841
- Mínima: R$ 5,824
- Máxima: R$ 5,860