Veja o resumo da noticia

  • Ibovespa atinge novo recorde impulsionado pela ata do Copom, com expectativa de corte de juros e otimismo dos investidores.
  • Fluxo estrangeiro positivo e desempenho de setores domésticos como varejo, consumo e construção contribuem para a alta.
  • Dólar recua acompanhando o movimento global, enquanto investidores aguardam a temporada de balanços do 4T23.
  • Setor de petróleo impulsionado pela alta do petróleo e sinalizações do FED sobre possíveis cortes de juros mais agressivos.
Imagem gerada por IA
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O Ibovespa encerrou o pregão com alta de 1,58%. Assim, o índice atingiu 185.674,43 pontos, maior patamar de fechamento já registrado.

Durante o dia, a bolsa tocou 187.333,83 pontos. Consequentemente, estabeleceu também nova máxima histórica.

Ata do Copom impulsiona mercado

A ata do Copom trouxe otimismo aos investidores. Portanto, reforçou a perspectiva de corte de juros a partir de março.

Andressa Bergamo, da AVG Capital, destaca esse movimento. “A mensagem de flexibilização da política monetária trouxe otimismo”, afirma.

Entretanto, o ritmo dos cortes ainda não foi definido. Dessa forma, dependerá dos próximos dados econômicos.

Vale e Petrobras colaboraram significativamente para o impulso. Além disso, outras ações de peso também subiram.

O fluxo estrangeiro na B3 já supera R$ 26,3 bilhões em janeiro. Por isso, contribui para as altas sequenciais do índice.

Setores domésticos se destacam

Com perspectiva de juros menores, setores específicos dispararam. Particularmente, varejo, consumo e construção lideraram ganhos.

Entre os destaques aparecem:

Essas empresas se beneficiam diretamente de juros mais baixos. Portanto, reagiram positivamente à sinalização do BC.

Dólar recua pelo segundo dia

O dólar comercial fechou com queda de 0,15%. Assim, acompanhou o movimento global da moeda americana.

  • Venda: R$ 5,250
  • Compra: R$ 5,249
  • Mínima: R$ 5,206
  • Máxima: R$ 5,263

O índice DXY caiu 0,19%, aos 97,45 pontos. Consequentemente, o dólar perdeu força contra as principais moedas mundiais.

Temporada de balanços esquenta

Esta semana marca a intensificação dos resultados do 4T25. Especificamente, grandes bancos divulgam seus números.

Itaú, Santander e Bradesco apresentam balanços nos próximos dias. Por isso, podem trazer volatilidade ao mercado.

O ouro voltou a subir após dias de queda. Igualmente, o petróleo operou em alta, recuperando perdas anteriores.

Portanto, petroleiras também se beneficiaram:

  • Petrobras (PETR3/PETR4)
  • Brava Energia (BRAV3)
  • PetroRecôncavo (RECV3)

FED sinaliza cortes mais agressivos

Um diretor do Federal Reserve defendeu cortes mais fortes nos juros. Assim, essa postura favoreceu ativos de risco globalmente.

Entretanto, outro diretor destacou a resiliência da economia americana. Dessa forma, criou expectativas mistas no mercado.

Na contramão do Brasil, Wall Street fechou em baixa. Além disso, investidores aguardam votação sobre o shutdown.

O mercado opera em compasso de espera. Por isso, prefere cautela diante das incertezas políticas americanas.