Veja o resumo da noticia

  • Levantamento PoderData indica preferência pelo governo Lula em relação ao de Bolsonaro, marcando um empate técnico com ligeira vantagem para o atual.
  • Governo Lula numericamente à frente do antecessor pela primeira vez desde outubro de 2024, com melhora de 9 pontos percentuais em relação a 2025.
  • A pesquisa revela que o avanço do governo Lula é sustentado principalmente por mulheres, jovens de 16 a 24 anos e eleitores da região Nordeste.
  • PoderData ouviu 2.500 pessoas em 111 municípios entre 24 e 26 de janeiro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é considerado melhor do que o do ex-presidente Jair Bolsonaro por 40% dos brasileiros, segundo levantamento do PoderData divulgado nesta quarta-feira (28).

Ao mesmo tempo, 39% dos entrevistados afirmaram preferir a gestão de Bolsonaro. Com isso, os dois governos aparecem tecnicamente empatados, já que a diferença está dentro da margem de erro.

Primeira vantagem desde outubro de 2024

Ainda assim, o resultado marca um ponto relevante. Esta é a primeira vez desde outubro de 2024 que o governo Lula surge numericamente à frente do antecessor.

Além disso, o dado representa uma melhora de 9 pontos percentuais em relação à pesquisa divulgada no mesmo período de 2025. Dessa forma, o levantamento sinaliza recuperação na avaliação do governo petista após meses de oscilações.

Mulheres, jovens e Nordeste sustentam avanço

Entre os entrevistados que avaliam o governo Lula como melhor, as mulheres lideram, com 42%. Em seguida, aparecem os jovens de 16 a 24 anos, faixa em que o índice sobe para 55%.

No recorte regional, o Nordeste concentra o maior apoio. Na região, 47% dos entrevistados afirmaram preferir a atual gestão. Assim, o resultado reforça a base eleitoral histórica do presidente.

Metodologia da pesquisa

O PoderData ouviu 2.500 pessoas entre os dias 24 e 26 de janeiro, em 111 municípios distribuídos pelas 27 unidades da Federação. Segundo o instituto, a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.