Veja o resumo da noticia

  • A TIM encerrou 2025 com crescimento expressivo nas principais métricas financeiras, superando as metas estabelecidas e impulsionando o lucro líquido.
  • A receita líquida total e de serviços da TIM superaram a inflação, impulsionadas pela expansão do pós-pago e atingindo recorde no ARPU móvel.
  • A operadora manteve investimentos estratégicos em rede, expandindo a cobertura 5G e modernizando a infraestrutura em diversas cidades.
  • O fluxo de caixa operacional apresentou crescimento robusto, permitindo à TIM anunciar remuneração aos acionistas e liderança em qualidade.
  • O segmento B2B da TIM superou R$ 1 bilhão em contratos, com destaque para agronegócio, logística e utilities, expandindo a cobertura 4G.
  • A TIM apresentou custos sob controle e posição financeira sólida, com dívida líquida negativa e foco em cinco pilares estratégicos para 2026.
Divulgação
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A TIM encerrou 2025 com resultados sólidos. A operadora registrou crescimento expressivo em todas as principais métricas financeiras. Consequentemente, a empresa cumpriu todas as metas estabelecidas para o ano.

No quarto trimestre, o lucro líquido normalizado saltou 27,9% na comparação anual. Assim, o indicador atingiu R$ 1,35 bilhão. Já no acumulado de 2025, o avanço foi ainda maior: 37,4%.

Por sua vez, o EBITDA normalizado cresceu 9,7% no 4T25. O montante alcançou R$ 3,67 bilhões. Mais importante: a margem EBITDA chegou a 53,1%, o maior patamar da história da companhia.

Portanto, a combinação de forte geração operacional com controle rigoroso de custos impulsionou os resultados.

Receita cresce acima da inflação

A receita líquida total avançou 4,4% no trimestre. Da mesma forma, a receita de serviços subiu 5,1%. Ambos os indicadores superaram a inflação do período (IPCA de 4,26% em 2025).

Especificamente, a receita de serviços móveis cresceu 5,4% no ano. Esse desempenho refletiu principalmente a expansão do pós-pago. Aliás, essa modalidade registrou alta de 11,2% em 2025.

Enquanto isso, o ARPU móvel atingiu R$ 33,70 no 4T25. Trata-se de um novo recorde para a companhia.

Investimentos estratégicos em rede

A TIM manteve disciplina nos investimentos. O Capex totalizou R$ 4,54 bilhões em 2025. Assim, representou 17,1% da receita líquida, dentro da meta estabelecida.

Entretanto, a operadora não reduziu o ritmo de expansão. Atualmente, são 1.089 cidades com cobertura 5G. Consequentemente, a TIM lidera em infraestrutura de quinta geração no país.

Além disso, a empresa completou 100% do swap de rede em São Paulo e Minas Gerais. Agora, o projeto se expande para modernizar 6,5 mil sites nas maiores capitais até 2027.

Forte geração de caixa

O fluxo de caixa operacional (EBITDA-AL menos Capex) apresentou crescimento robusto. Portanto, subiu 15,7% no ano, atingindo R$ 6,03 bilhões. A margem chegou a 22,7%.

No quarto trimestre, esse indicador cresceu 28,3%. Igualmente, alcançou R$ 1,57 bilhão com margem de 22,8%.

Por isso, a TIM anunciou R$ 4,7 bilhões em remuneração aos acionistas. Esse montante inclui juros sobre capital próprio, dividendos e programa de recompra.

Liderança reconhecida em qualidade

A Opensignal divulgou seu mais recente relatório em janeiro de 2026. Nele, a TIM conquistou seis prêmios nacionais:

  • Primeiro lugar em Qualidade Consistente (quarta vez consecutiva)
  • Primeiro lugar em Experiência de Confiabilidade
  • Primeiro lugar em Experiência de Vídeo
  • Primeiro lugar em Experiência de Vídeo ao Vivo
  • Primeiro lugar em Tempo na Rede
  • Primeiro lugar em Disponibilidade 5G

Esses reconhecimentos reforçam a estratégia de investimentos em infraestrutura da operadora.

B2B supera R$ 1 bilhão em contratos

O segmento corporativo também apresentou avanços significativos. A receita contratada em B2B ultrapassou R$ 1 bilhão no 4T25.

Nesse sentido, destacam-se as verticais de agronegócio (37% do total), logística (38%) e utilities (20%). Ademais, a TIM expandiu parcerias com as maiores mineradoras do Brasil.

No agronegócio, a cobertura 4G alcançou 26,2 milhões de hectares. Isso representa crescimento de 33% no ano. Similarmente, foram conectados 10.259 km de estradas, alta de 83%.

Custos sob controle

Os custos e despesas operacionais normalizados caíram 1,1% no 4T25. Consequentemente, totalizaram R$ 3,25 bilhões. No ano, o crescimento ficou em apenas 1,8%, bem abaixo da inflação.

Especificamente, as despesas com pessoal recuaram 7,8% no trimestre. Também as despesas gerais e administrativas caíram 12,8%. Por outro lado, os custos de rede subiram 4% devido ao roaming internacional.

Posição financeira sólida

A dívida financeira líquida encerrou o ano negativa em R$ 3,39 bilhões. Ou seja, a TIM possui mais caixa que dívidas. O caixa total somou R$ 5,89 bilhões em dezembro.

Inclusive, vale destacar que o pagamento da taxa Fistel permanece suspenso desde 2020. O montante acumulado até dezembro de 2025 chegou a R$ 4,3 bilhões.

Perspectivas para 2026

A TIM mantém foco em cinco pilares estratégicos:

Mobile: Evolução contínua em qualidade de rede, atendimento com IA e inovação no portfólio

B2B: Aceleração em monetização de dados e expansão de soluções IoT

Banda Larga: Melhoria operacional para crescimento orgânico sustentável

Eficiência: Disciplina na alocação de capital e exploração de novas frentes

IA: Transformação para se tornar uma organização AI-First