Veja o resumo da noticia

  • Clubes brasileiros lideraram as transferências de janeiro de 2026, com maior número de atletas contratados e US$ 180 milhões gastos.
  • Brasil superou a Espanha em número de contratações, mas ficou atrás de Inglaterra e Itália em volume de investimento financeiro.
  • Transferência de Lucas Paquetá para o Flamengo não foi contabilizada no relatório da FIFA por ter ocorrido após o período analisado.
  • Atletas de Portugal representaram a maior parte das contratações no Brasil, seguidos por jogadores do Japão, Uruguai e Colômbia.
  • Mercado brasileiro acompanhou tendência global, com predominância de jogadores livres e por empréstimo nas transferências.
  • Janela de janeiro de 2026 registrou recorde de 5.973 transferências internacionais, totalizando US$ 1,9 bilhão em movimentação.
Foto: Gilvan de Souza / CRF
Foto: Gilvan de Souza / CRF

Os clubes brasileiros de futebol lideraram o mercado internacional de transferências na janela de janeiro de 2026, tanto em quantidade de atletas quanto em investimentos, segundo um relatório divulgado pela Fifa nesta quinta-feira (5). O futebol do Brasil foi o que mais registrou chegadas de atletas no período e desembolsou US$ 180 milhões em taxas de transferência, cerca de R$ 948 milhões.

Brasil lidera em contratações e fica no top 3 em gastos

De acordo com o documento, 456 jogadores se transferiram para clubes brasileiros durante a janela, o maior número entre todas as associações. A Espanha aparece na sequência, com 244 contratações, pouco mais da metade do total do Brasil.

No recorte financeiro, os brasileiros ficaram atrás apenas de Inglaterra e Itália. Os clubes ingleses investiram US$ 363 milhões (aprox. R$ 1,9 bilhão) e os italianos, US$ 283 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão).

Paquetá no Flamengo ainda não entra na conta

A Fifa ressalta que o relatório considera apenas negociações dentro da base de dados analisada. Por isso, acordos fechados após o recorte não aparecem no levantamento. Nesse grupo entra a transferência de Lucas Paquetá para o Flamengo, apontada como a maior contratação da história do futebol brasileiro avaliada em 42 milhões de euros (R$ 260 milhões), mas ainda fora da consolidação da entidade.

Portugal é principal origem das chegadas ao Brasil

O relatório mostra que a maior parte dos atletas contratados por clubes brasileiros veio de equipes de Portugal. Em seguida, aparecem jogadores com origem no Japão, Uruguai, Colômbia e Malta, que formaram os principais corredores de entrada de atletas no país durante a janela.

Predominam jogadores livres e empréstimos

O perfil do mercado brasileiro seguiu a tendência global descrita pela Fifa. Mais de 59% das transferências internacionais de janeiro envolveram atletas sem contrato. Já os empréstimos representaram cerca de 24% do total, enquanto apenas 17% foram transferências definitivas.

No mundo, os clubes pagaram taxas em aproximadamente 17% das negociações, com valor médio perto de US$ 1,9 milhão (cerca de R$ 10 milhões). Entre os clubes da Uefa, a proporção e os valores por operação foram maiores.

Recorde global: 5.973 transferências e US$ 1,9 bilhão

Ainda segundo o levantamento, janeiro de 2026 registrou 5.973 transferências internacionais, um recorde e cerca de 3% acima do mesmo período do ano anterior. A movimentação financeira total alcançou US$ 1,9 bilhão (aprox. R$ 10 bilhões).

A idade média dos atletas negociados foi de 24,9 anos. Entre as associações com maior volume de contratações, a Nigéria teve a média mais baixa (21,7 anos), enquanto a Indonésia registrou a mais alta (29,4 anos).

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