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A inteligência artificial a serviço das famílias impactadas pela crise financeira.

Ano 2021, ainda sem conseguir potencializar a imunização contra o Covid-19, a pandemia segue em todo o planeta. Aqui no Brasil, apesar de nossa conhecida e eficiente rede de vacinação, menos de 1% da população foi vacinada. Segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), 14,1% da população se encontra desocupada, o que compromete seriamente o orçamento das famílias brasileiras. Sem uma perspectiva de retomada da economia, o grande desafio será trazer essas famílias de volta ao mercado de trabalho e reabilitar o crédito dos que ficaram inadimplentes.

O Quitei fez um estudo para mapear os gastos da maior fatia das famílias no Brasil. Cerca de 66% dos lares ganham entre 1 e 4 salários mínimos e comprometem a maior parte de seu orçamento com alimentação e habitação, sendo 22% destinados à alimentação e 39,2% destinados à habitação. Com a inflação do aluguel tendo fechado 2020 com uma expressiva alta de 23% e os itens centrais na composição da cesta básica (arroz, feijão, tomate, batata, leite e derivados e óleos e gorduras) com um aumento de 9,34% se faz cada vez mais necessário um cuidadoso planejamento financeiro.

Nesse cenário, o Quitei está expandindo o círculo da empatia através de atendimento às famílias impactadas pela crise. Além da liberdade econômica e um processo mais igualitário de propagação de conhecimento de educação financeira, o Quitei cria uma rede de segurança social para clientes inadimplentes. Através da Inteligência Artificial, os bots de atendimento do Quitei podem melhorar tarefas na organização financeira que demandam intuições sobre outras pessoas.

Muitas modalidades de trabalho – como dirigir um veículo numa rua cheia de pedestres, emprestar dinheiro a estranhos e negociar um acordo – requerem a capacidade de avaliar corretamente as emoções e os desejos de outra pessoa. Será que aquele garoto vai correr pela estrada? Será que o homem de terno pretende pegar o dinheiro e não pagar? Será que aquele advogado vai cumprir suas ameaças ou só está blefando? Quando se pensava que essas emoções e esses desejos eram gerados por um espírito imaterial, parecia óbvio que os computadores nunca seriam capazes de substituir motoristas, banqueiros e advogados humanos. Pois, como poderia um computador compreender o divinamente criado espírito humano? Mas, se essas emoções e esses desejos na realidade não são mais que algoritmos bioquímicos, conseguimos criar a partir daí atendimento especializado, fazer a travessia de devedor a poupador e criar todas as condições para uma mudança de comportamento do inadimplente.

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