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Conheça Marcio Fontes, um dos principais gestores de fundo da história do mercado financeiro brasileiro

Nascido no Rio de Janeiro e formado em Engenharia pela PUC-RJ, Marcio Fontes é extremamente experiente no mercado financeiro, tendo começado como estagiário em um banco na Bahia em 1993. Através deste programa, Fontes rodou por diversos setores da empresa. Fontes ainda teve experiências como Gerente de Câmbio no Brascam, Superintendente de Renda Fixa do Banco Safra e Diretor financeiro do gigante JP Morgan.

Em 2002, Fontes passou a se dedicar a gestão de Fundos de Investimento com a Fiducia Asset Management. Marcio foi o sócio-fundador responsável pela área de gestão macro e, sob seu comando, e de seus parceiros, a Fiudcia se tornou um dos principais fundos do país. Dois anos depois, Marcio Fontes vendeu suas cotas do fundo e partiu para outro projeto (na mesma área de gestão) no Banco BNP. Com pouco capital, ele ajudou a fazer com que o projeto se tornasse um dos melhores do Brasil na área de gestão de fundos. Em 2007, a empresa conseguiu fechar dois fundos com R$ 1 bilhão cada (coisa que atualmente parece comum, mas na época foi um feito heroico).

Com o ótimo trabalho feito no BNP, Marcio foi convidado a ser Diretor no Banco Central, mas optou continuar no BNP. No ano seguinte, com a chegada da crise mundial, Marcio e o BNP se saíram muito bem nesse período turbulento. Mais tarde, o projeto do BNP se tornou a maior operação de fundo multimercado do país, tendo mais de 20 bilhões sob gestão. No final do ano de 2009, um ex-chefe de Marcio o convidou para integrar e reestruturar a área de gestão de fundos macro da Mauá Sekular.

Fontes encontrou a empresa com apenas 200 milhões sob gestão. Depois de um excelente trabalho, a Mauá atinge 1,5 bilhão sob sua gestão, e então torna-se o maior sócio da empresa, fora os dois fundadores. Em 2014 Marcio sai da Mauá Sekular e funda a sua própria asset: a Itaim. Devido à grande retirada de capital do país, após a reeleição de Dilma, o primeiro ano do fundo não foi como esperado, tendo menos capital e uma rentabilidade próxima ao CDI. Já em 2016 o cenário do Brasil e do mercado financeiro começa a melhorar, e Marcio Fontes e a Itaim começam a operar da forma que esperava na criação da empresa, tendo uma boa rentabilidade. A Itaim ainda fez uma parceria com a Condor, onde a Itaim passou a gerir o capital de parte dos clientes da Condor, levantando assim mais de R$1 bilhão para gestão.

Em 2020, Fontes ingressou na ASA Investments, gestora multiestratégia criada por Alberto Safra que tem como objetivo tornar-se uma das maiores casa de gestão de recurso do país, atuando no mercado nacional e internacional, com amplo portifólio de produtos e distribuição via as maiores plataformas e bancos.

Na ASA, Marcio Fontes é gestor do ASA Hedge, fundo multimercado livre com anos de boa performance e considerado em 2020 entre os 10 mais rentáveis do Brasil, segundo levantamento do economista Marcelo D’Agosto para o Valor Investe com base em dados produzidos pela empresa de consultoria Morningstar. Para encontrar os melhores ativos e preços assimétricos, o ASA Hedge tem como abordagem análise profunda do cenário macroeconômico local e global, misturada com estudos de diferentes aspectos técnicos dos mercados.

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