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Número de mulheres investidoras na B3 sobe e alcança marca de 1 milhão

Em 2011, apenas 145,9 mil mulheres investiam na bolsa

O número de mulheres investidoras alcançou a marca de 1 milhão na bolsa brasileira (B3), dado que representa uma alta em comparação com o final de 2020, quando o total era de 847 mil.

Segundo a Suno, mesmo diante dos índices apresentados, a participação feminina ainda é bem menor do que a masculina, e este percentual tem avançado lentamente. 

Em 2011, apenas 145,9 mil mulheres investiam na bolsa, número que se manteve estável até 2017, quando ocorreu um crescimento da presença feminina.

“O Brasil tem uma maioria de população feminina, mas isso não se reflete na Bolsa. As mulheres vêm ganhando participação ao longo do tempo, mas uma participação tímida. Chegamos a 1 milhão, mas de forma percentual não tivemos ganhos representativos”, disse Iris Sayuri Kazimoto, da Easynvest.

O público femino na bolsa avançou junto com a maior presença masculina. Entre 2011 e 2017 o número de homens na B3 se manteve sem relevantes alterações, na faixa de 450 mil investidores. Hoje, são 2,6 milhões.

Homens e mulheres buscaram a renda variável diante da queda da taxa Selic nos últimos anos. Em 2016, a taxa estava na casa dos 14%, mas caiu gradualmente até chegar à mínima histórica de 2%.

Outro fator que atraiu investidores para a bolsa foi a disseminação de informações sobre o mercado de investimentos na internet, o que ajudou a democratizar o acesso das pessoas.

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