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O que dá mais retorno: ações nacionais ou internacionais?

Fernando Ferreira, colunista do Expert XP, analisa relevância do Brasil, que representa 2% do PIB mundial

O Brasil é um país emergente com inflação mais alta que nos países desenvolvidos, e por esse motivo o Real tende a perder o valor na comparação com o dólar e a outras moedas. Com esse pensamento pode ser concluído que ao investir em empresas em Dólares, você protege seu patrimônio se porventura a moeda brasileira permanecer se depreciando em relação à moeda americana no futuro.

Segundo Fernando Ferreira, colunista do Expert XP, desde o início do plano Real, a moeda brasileira teve uma depreciação de mais ou menos 6,6% ao ano em relação ao dólar. Até pouco tempo atrás, quase não se existiam opções de investimento dolarizados no Brasil, e os principais eram os fundos cambiais – consistia apenas na compra da moeda e não em investir nos ativos globais. Hoje já existem várias opções como fundos internacionais dos mais variados; ETFs (fundos listados na Bolsa); da Bolsa global (ACW11); Bolsa americana (IVVB11 e SPCI11); Bolsa europeia (EYRP11); Bolsa chinesa (XINA11); BDRs (Recibo de Ações Americanas e Globais listadas na B3); e Operações Estruturadas, como COEs e Derivativos.

Ao comparar os retornos entre ação brasileiras e americanas (como o Dividend Yield %), Segundo Ferreira, deve ser levado em consideração a diferença da moeda, e ter um retorno mínimo desejado (ou hurdle rate) menor para ações americanas em relação às brasileiras, devido a diferença de risco país e o risco maior da moeda brasileira.

Em relação ao mundo na economia e nos mercados, o Brasil é um país pequeno, representa 2% do PIB mundial e 0,8% do valor de mercado das ações globais. Ou seja, diversificar a carteira internacionalmente proporciona uma exposição aos outros 98% da economia global, e os outros 99,2% do mercado de ações.

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