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Parcela da indústria acompanha otimismo na retomada, diz FGV

Setor farmacêutico tem expandido diante da pandemia

Uma parcela dos ramos industriais, como metalúrgica, farmacêutica e química, estão acompanhando uma retomada do crescimento da economia em 2021, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) obtidos pelo Estadão. 

Para Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), os quatro segmentos têm seguido o bom desempenho da confiança empresarial e destaca os de metalurgia e química, pelo peso relevante na atividade industrial. 

Diante da crise provocada pela pandemia do coronavírus, o setor farmacêutico tem expandido, enquanto os demais segmentos se assemelham em produção, tanto de insumos quanto de bens finais para o mercado nacional e internacional. 

Os subsetores que ainda se encontram bastante prejudicados na economia são o comércio de tecidos, vestuário e calçados; outros serviços prestados às famílias, que inclui academia e salões de beleza; serviços de alojamento, como o de hotelaria; serviços de alimentação, entre eles os restaurantes; e outros serviços de transportes, que inclui a aviação. 

Nos primeiros meses de 2021 a confiança empresarial chegou a se abalar pela intensidade da pandemia no Brasil, especialmente em março. Porém, o impacto não foi tão intenso como no início da crise em 2020, entre os meses de março e abril. 

De acordo com o Ibre/FGV, a confiança empresarial vinha perdendo fôlego gradualmente desde novembro do ano passado, até recuar 5,6 pontos em março. Contudo, em abril houve um crescimento de 4,3 pontos, para o patamar de 89,8 pontos.

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