Economia

Lula quer aliança de América Latina e África em transição energética

O chefe de Estado enfatizou que a África representa um vasto horizonte de possibilidades para o futuro

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva fez uma análise, no último domingo (18), da sua visita ao continente africano, descrevendo-a como uma das mais significativas já realizadas por ele.

O chefe de estado ressaltou a importância do continente africano em nossa história, cultura, linguagem, expressão musical e diversidade étnica. Além disso, enfatizou que a África representa um vasto horizonte de possibilidades para o futuro.

“Para mim, essa é uma das viagens mais importantes que eu fiz e certamente de todas que eu farei. Essa continua sendo uma reunião extremamente importante porque eu pude falar para quase a totalidade dos países africanos de uma única vez”, ressaltou.

Lula advogou pela formação de uma sólida parceria entre os países da América Latina e da África em relação à transição energética, destacando também a agricultura sustentável como uma das prioridades para a cooperação entre as duas regiões.

“A gente quer devolver para eles em forma de benefício, de possibilidade de desenvolvimento, aquilo que eles nos deram como força de trabalho. É um compromisso de fé.”

FMI: Brasil deve crescer abaixo da média global em 2024

Segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil deve crescer cerca de  1,7% no ano, dado que o coloca abaixo da média global. Por outro lado, a Índia deve ter o maior crescimento entre as economias mundiais no decorrer deste ano. 

Conforme o relatório “World Economic Outlook”, O FMI destaca a projeção de que o crescimento médio global estará em 3,1% em 2024. Ao passo que, em 2025, esse número deve estar em 3,2%, por conta da resiliência maior do que se espera nos EUA.

Além disso, outras razões seriam vários grandes mercados emergentes e as economias em desenvolvimento, a exemplo do apoio fiscal na China

Ainda assim, as estimativas para o próximo biênio (2024 – 2025), segue abaixo da média histórica registrada no período de 2000 – 2019, com 3,8%. Nos anos referentes, as taxas dos bancos centrais estavam elevadas, para combater a inflação em todo o mundo, que, atualmente, cai mais rápido que o esperado, na maioria dos países, segundo o Valor Econômico.

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