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Quitei, finalmente uma oportunidade real para quem está inadimplente

A vida financeira dos brasileiros se resume na quantidade de inadimplentes. Um terço da população brasileira está endividada, segundo o último levantamento do IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV. E a situação é ainda mais alarmante na população de baixa renda, pois segundo o mesmo estudo, no grupo de pessoas com rendimento de até R$ 2,1 mil o percentual saltou para 44,5%.

A crise econômica provocada pela covid-19 no País elevou o desemprego a níveis recordes e provocou o fechamento de diversas empresas. Mas, ao contrário do que se poderia esperar, os níveis de inadimplência, sejam de pessoas físicas ou jurídicas, recuaram. Segundo especialistas, esse quadro surpreendente é resultado direto do auxílio emergencial e dos programas de socorro às micro e pequenas empresas. Porém, dado o ineditismo do choque sobre a economia mundial, fazer projeções macroeconômicas com um nível razoável de confiança tornou-se tarefa muito difícil. O grau de incerteza ainda é muito grande mesmo em relação aos aspectos epidemiológicos associados à Covid-19.

A grande dúvida é como o calote vai se comportar quando todos esses socorros acabarem e a economia ter que andar com suas próprias pernas. Especialistas temem que haja uma explosão da inadimplência no início de 2021. Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), considera que os bancos estão empurrando o problema da inadimplência com a “barriga”. Deram uma carência, por isso, o indicador não está saindo do lugar. Do início da crise até agosto, os bancos postergaram R$ 110,5 bilhões em dívidas, em um total de 14,2 milhões de contratos, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A preocupação dos bancos com risco de calote está estampada nos balanços. No segundo trimestre, Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Caixa elevaram o gasto com provisões para devedores duvidosos em mais de R$ 14 bilhões, totalizando R$ 193,6 bilhões.

Nesse cenário, o Quitei apresenta ao mercado tecnologia de ponta para ajudar devedores que têm intenção em regularizar sua situação. “A grande maioria da população brasileira já vinha sentindo o impacto da desaceleração da economia antes da epidemia, anos de inflação e a grande desigualdade social em nosso País geraram um buraco enorme na educação financeira, o Quitei usa inteligência artificial e cria um ambiente de aprendizado, recomeço e empoderamento das pessoas e empresas que precisam negociar. Nossa ambição é transformar devedores em poupadores e investidores”, explica Charles Duek, fundador da empresa.

Para garantir a linguagem aderente à população de todas as faixas de renda, o Quitei atende via canal OmniChannel ou pelo seu próprio site, em uma pré triagem feita por robô que classifica o público conforme a interação. Após essa primeira fase, quando houver necessidade, os interessados são direcionados para um dos conciliadores credenciados pela empresa. “Desde 2015 com o surgimento da Lei da Mediação a figura do conciliador tem legitimidade jurídica, mas pouca gente sabe, assim como pouca gente conhece as políticas de facilitação das empresas”, explica Duek.

Para Victor Aracaty, fundador e CEO do Quitei, apesar de existirem ótimas condições de negociação, com algumas instituições financeiras concedendo até 99% de desconto para o pagamento de dívidas, o mercado carece de um modelo de propagação adequado. “Os antigos métodos de cobrança, sempre em uma relação de uma cobrança para um inadimplente geram muitos ruídos na relação de empresas com consumidores, ligar 20, 30 vezes para receber um pagamento é agressivo, caro e ineficiente. E, cada vez mais, a mediação é a grande solução. Vamos transformar esse mercado. A proposta do Quitei é criar uma ponte de comunicação, educação financeira e oportunidades de pagamentos”, finaliza Aracaty.

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