Edilson Capetinha no BBB 26: veja patrimônio e dívidas do ex-jogador

O ex-jogador Edilson Capetinha é o mais novo brother a entrar na casa mais vigiada do Brasil. Ontem (12), anunciaram no BBB 26 que ele faz parte do grupo Camarote.

Atualmente com 55 anos, Edilson já jogou por clubes como Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro e Flamengo. Com isso, acumulou títulos importantes e marcou o seu nome em cada time. Mas, a maior conquista pode se dizer ser a Copa do Mundo de 2002, com a Seleção Brasileira.

Após se aposentar em 2007, o baiano, natural de Salvador, ainda voltou ao futebol em 2010 para disputar o Campeonato Baiano pelo Bahia e em 2016, ano em que atuou pelo Taboão da Serra na quarta divisão do Paulista.

Fora dos campos, Edilson construiu espaço na mídia esportiva como comentarista dos programas Donos da Bola e Jogo Aberto, da Band, além de ter participado do Dança dos Famosos, em 2013.

Dívida milionária

Atualmente, Edilson é alvo de uma ação de execução que cobra valores atrasados referentes ao período entre março de 2013 e fevereiro de 2020.

Em meados de 2019, informações apontavam que Edilson possuía um patrimônio avaliado em cerca de R$ 56 milhões, composto majoritariamente por imóveis localizados em Salvador, na Bahia.

Casas, apartamentos, terrenos e carros chegaram a ser bloqueados pela Justiça em função de dívidas trabalhistas e de pensão alimentícia. Ao longo da última década, Edilson também foi alvo de mandados de prisão por atraso no pagamento da pensão. Há registros de detenções e ordens judiciais em 2014, 2016 e 2017, incluindo um episódio em Brasília, quando a dívida ultrapassava R$ 430 mil, relacionada ao não cumprimento reiterado das obrigações com um dos filhos.

O processo, que já dura anos, teve novos avanços em 2025. A Justiça determinou a restrição de circulação e a penhora de veículos registrados em nome do ex-atleta, incluindo uma Dodge e uma Mercedes-Benz. Além disso, a possibilidade de bloqueio de imóveis.

Também se solicitou à contadoria judicial uma análise detalhada dos autos, já que, ao longo do tempo, houve pagamentos parciais, o que torna necessário um cálculo preciso do valor total devido.

De acordo, a dívida de pensão, relacionada à filha ainda menor de idade, ultrapassava R$ 2 milhões. A definição exata desse montante será decisiva para que o Judiciário estabeleça o alcance das penhoras sobre os bens do ex-jogador.

Em decisões anteriores, inclusive, emissoras de televisão chegaram a ser oficiadas para que eventuais salários do ex-jogador fossem penhorados, mas os pedidos não teriam sido respondidos.