Veja o resumo da noticia

  • Flávio Bolsonaro critica o discurso de Lula em Salvador, apontando tom de 'ódio' e alertando sobre o clima político no país.
  • Lula defende maior combatividade da militância, marcando evento como o pontapé inicial da pré-campanha do Partido dos Trabalhadores.
  • Repercussão das falas de Lula sobre confronto político gera debates e críticas, polarizando o cenário político nacional.
  • PT discute estratégias para 2026, alinhando palanques estaduais e buscando um reposicionamento com pautas para trabalhadores.
Senador Flávio Bolsonaro / Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Flávio Bolsonaro / Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após declarações feitas em Salvador. Em vídeo nas redes, Flávio disse que o discurso demonstra “ódio” e aumentou o tom contra o PT.

A reação veio depois de Lula cobrar “mais ousadia” da militância. Além disso, o presidente afirmou que a eleição será uma “guerra”. Ele também disse que não existe mais “Lulinha paz e amor”.

O que Lula disse e por que a fala repercutiu

No evento, Lula pediu uma base mais “desaforada”. Segundo relatos, ele defendeu confronto político na campanha. Por isso, a fala ganhou espaço nas redes e entre adversários.

O encontro em Salvador marcou os 46 anos do PT. Ao mesmo tempo, a sigla trata a agenda como ponto de partida da pré-campanha.

A resposta de Flávio Bolsonaro nas redes

Na legenda do vídeo, Flávio citou o slogan de 2022, “o amor venceu”. Em seguida, disse que Lula agora adota um discurso de guerra.

Ele também afirmou que o país “não aguenta mais” esse clima. Além disso, disse que o povo vai “aposentar” Lula.

Em outra publicação, Flávio chamou o PT de “Partido das Trevas”. Por fim, pediu mobilização para derrotar Lula nas eleições.

PT tenta reposicionamento e mira 2026

O evento também serviu para alinhar estratégia. Entre os temas, o PT discutiu palanques estaduais e nomes ao Senado. Além disso, a sigla falou em retomar pautas ligadas ao trabalhador.

O presidente do PT, Edinho Silva, defendeu um reposicionamento “antissistema”. Segundo ele, Lula seria a principal liderança capaz de canalizar indignação em políticas públicas.