Veja o resumo da noticia
- Apreensão de R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo pela Polícia Federal durante abordagem na BR-050, em Cristalina, Goiás, com apoio da PM.
- Ocupantes do veículo não comprovaram a origem lícita do dinheiro, levantando suspeitas sobre a capacidade econômica declarada.
- Identificação de indícios de atuação como 'laranjas' para ocultação de recursos, prática comum em esquemas financeiros ilegais.
- A Polícia Federal no Distrito Federal assumiu a investigação para apurar a origem, o destino e possíveis crimes financeiros.
- Investigação em andamento para apurar possíveis conexões com lavagem de dinheiro, corrupção e outros crimes relacionados.

A Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo, em notas de R$ 100, durante uma abordagem na BR-050, no trecho do município de Cristalina, em Goiás. O valor seguia com destino a Brasília. A ação ocorreu na quinta-feira (29) e contou com apoio do Comando de Operações de Divisas (COD) da Polícia Militar de Goiás.
Ocupantes não explicaram origem do dinheiro
Durante a fiscalização, os ocupantes do veículo não apresentaram documentação nem explicaram a origem lícita do dinheiro. Diante disso, os agentes realizaram um levantamento preliminar e constataram que os envolvidos não possuem capacidade econômica compatível com o montante transportado.
Além disso, a Polícia Militar identificou indícios de que os suspeitos atuavam como interpostas pessoas, conhecidas juridicamente como “laranjas”, prática comum em esquemas de ocultação de recursos.
Caso foi encaminhado à Polícia Federal no DF
Por se tratar de uma ocorrência interestadual, a equipe encaminhou os envolvidos à Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal, que assumiu o caso.
Em nota, a Polícia Federal informou que as investigações buscam esclarecer a origem e a destinação dos recursos apreendidos. Segundo a corporação, não está descartada a hipótese de utilização do dinheiro para o pagamento de vantagens indevidas.
Investigação mira crimes financeiros e corrupção
Enquanto isso, os valores permanecem apreendidos e à disposição da Justiça. A Polícia Federal segue apurando possíveis conexões com crimes financeiros, como lavagem de dinheiro e corrupção.