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Despesas serão analisadas para convergir com arcabouço, diz Ceron

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, disse que, apesar das dúvidas do mercado sobre as despesas públicas federais, as dinâmicas estão sendo observadas pelo governo para garantir que sejam compatíveis com o arcabouço fiscal. 

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Após a divulgação das despesas e dados fiscais do governo central para o mês de maio, Ceron afirmou ser “inegável’ que as receitas estão se recuperando de forma saudável, depois das medidas determinadas pelo Ministério da Fazenda

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Segundo ele, o governo mostrará que a dinâmica de gastos respeitará as regras fiscais. Além disso, continuou Ceron, é preciso estar atento especialmente às contas da Previdência, que estão apresentando elevação nos desembolsos. 

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“Tem um crescimento dos benefícios previdenciários que merece atenção, para evitar que crie uma dinâmica incompatível com os limites de despesa e o arcabouço”, afirmou ele, de acordo com o “InfoMoney”.

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Conforme o secretário do Tesouro, a equipe econômica está debatendo com o presidente Lula (PT) um diagnóstico sobre a evolução de gastos e quais medidas podem ser tomadas se necessário.

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Para ele, não adiantam eventuais iniciativas que podem ser adotadas.Entre outros pontos, Ceron reforçou que o governo não tem uma política econômica que busca o Estado Mínimo, mas, em vez disso, busca equilibrar demandas sociais e de investimento com responsabilidade fiscal.

Haddad debate com Lula opções de corte de despesas

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ministro da FazendaFernando Haddad, declarou que apresentou um “cardápio” preliminar de medidas relativas ao gasto para o presidente Lula. Segundo ele, foram mostradas algumas planilhas detalhando a evolução das receitas e despesas. O debate ocorre em meio à reação do mercado à necessidade de corte de gastos.

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“A questão do Tribunal de Contas da União foi analisada com profundidade, a redução da carga tributária, a manutenção dos níveis de renúncia fiscal”, disse Haddad.

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O ministro falou com jornalistas após a reunião com o presidente na manhã desta segunda-feira (17) e destacou que também apresentou unidades de despesa, focando em “alguns cadastros que ele considera importantes”.

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Haddad afirmou que a reunião também abordou a recente experiência do Rio Grande do Sul, afetado por fortes chuvas, e o trabalho de saneamento de cadastros, considerando como esses fatores podem impactar o orçamento.

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“Do ponto de vista de liberar espaço orçamentário para acomodar outras despesas e garantir que as despesas discricionárias continuem em um patamar adequado para os próximos anos”, avaliou o ministro da Fazenda.

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