Mais uma aquisição

Tanure tem "simpatia" de ministro de Lula por compra da Enel

Essa nova aquisição não será a primeira no segmento de energia, visto que Tanure já havia adquirido participação na Light.

Foto: Divulgação
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Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia do Brasil, simpatizou com a ideia de Nelson Tanure adquirir a Enel, do Rio de Janeiro, conforme informações do jornal “O Globo”.

Atualmente, a Enel atende 66 dos 92 municípios fluminenses. Essa nova aquisição não será a primeira no segmento de energia, visto que a gestora WNT, associada ao empresário Tanure, já havia adquirido participação majoritária na Light (LIGT3).

Após a aquisição da Light, Tanure anunciou estar em processo de negociação com a rede de medicina diagnóstica Cura.

Tanure compra participação na Azevedo & Travassos (AZEV4)

Nelson Tanure comprou uma participação minoritária na Azevedo & Travassos, prestadora de serviço no setor de óleo e gás. Segundo informações do Brazil Journal, a aquisição foi feita nos últimos dias.

Em comunicado, a companhia informou que fundos geridos pela MAM Asset, do Banco Master, detém 6,78% das ações ordinárias e 2,76% das preferenciais.

A posição de Tanure vem ao encontro dos planos da Azevedo & Travassos para começar a atuar no setor de petróleo, prestando serviços de descomissionamento de plataformas e investindo na compra de ativos onshore de micro e pequenos produtores. 

Azevedo & Travassos (AZEV4) aprova aumento de capital de até R$215 mi

Azevedo&Travassos (AZEV4) comunicou em fato relevante a aprovação do aumento de capital pelo conselho de administração.

O movimento da Azevedo & Travassos terá um montante mínimo de R$ 40 milhões e, no máximo, R$ 215 milhões. Nesse sentido, para viabilizar a operação, serão emitidas, para subscrição privada, no mínimo, 4.751.706 ações ordinárias (AZEV3) e 9.139.708 ações preferenciais, e, no máximo, 25.540.421 ações ordinárias e 49.125.933 ações preferenciais, ao preço de R$ 2,84 por ação ordinária e R$ 2,90 por ação preferencial.

Desse modo, a companhia afirmou que tenciona realizar o aumento de capital mediante capitalização de créditos ou integralização em moeda corrente nacional.

“Os créditos capitalizados serão utilizados para melhorar a estrutura de capital da companhia, e o valor integralizado em moeda corrente nacional será destinado à capitalização de sua nova subsidiária, Azevedo e Travassos Petróleo S/A”, informou a empresa em documento, visando, sobretudo, estruturar a operação e reforçar o capital de giro da empresa e de suas demais subsidiárias, em resposta ao aumento do “backlog” das subsidiárias ATI e Heftos, evitando assim o endividamento bancário do grupo.